Eu ganhei um porta-treco da mãe do André!
É vermelho e branco, porque foi ele que escolheu.
É muito bonito, diferente e bem feito porque foi ela que fez!
O André falou que era um porta-jóias. Me ensinou que as divisórinhas são para por brincos e tal..
Mas eu resolvi fazer dele o primeiro ítem do nosso enxoval e transformei o porta-jóias em bolsinha de costura!
Porque toda casa tem uma.
Avisei o André, que disse que eu sou linda costurando e que eu vou costurar as cuecas e meias dele.
Eu disse "É claro!!!!!!"
O primeiro presente da mãe do meu amor é também o primeiro ítem do nosso enxoval!!!
Achei isso lindo!
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Até quem nos vê, na fila do Ônibus...
No último post, eu não ia falar nada daquilo!
Eu queria era contar uma coisa que aconteceu lá na rodoviária...
Estávamos eu e o André, domingo desses, esperando meu ônibus sair. Eu olhei no relógio. Faltava uns 15 minutos. Eu pensei "eu vou entrar, porque amanhã o André acorda tão cedo, e ele ainda tem que pegar metrô, e descer toda rua até chegar em casa... Fora que ele deve estar com vontade de fazer cocô!".
Me despedi do meu Ursinho, beijei e abracei e fui para o ônibus resignada. Quando entreguei minha passagem pro cara (não sei se motorista ou um funcinário qualquer da rodoviária) ele disse "Pode ficar mais um tempo com ele (André). O ônibus só sai daqui 15 minutos." Eu sorri envergonhadíssima e ele ainda disse "tô bonzinho hoje!". Voltei pros braços do André que foi logo perguntando "o que ele disse?".
Ficamos mais 10 ou 12 minutos, nos abraçando e rindo meio envergonhados.
Fiquei pensando no acontecido vários dias.
O André também.
Conversamos. O André disse "mas nós já tínhamos nos despedido!", eu disse "eu sabia que faltava 15 minutos!" "achei invasivo..." E etc.
Mas no fundo, nos orgulhamos.
Que nem nos filmes (de novo) que a gente torce pro casal ficar junto e viver feliz pra sempre, todo mundo vê que a gente tem que ficar junto!
Esses dias, o André me falou "e aquele cara do ônibus?" eu disse "eu achei bonitinho" e ele repondeu "eu também!"
Nos abraçamos e não falamos mais nisso.
Eu queria era contar uma coisa que aconteceu lá na rodoviária...
Estávamos eu e o André, domingo desses, esperando meu ônibus sair. Eu olhei no relógio. Faltava uns 15 minutos. Eu pensei "eu vou entrar, porque amanhã o André acorda tão cedo, e ele ainda tem que pegar metrô, e descer toda rua até chegar em casa... Fora que ele deve estar com vontade de fazer cocô!".
Me despedi do meu Ursinho, beijei e abracei e fui para o ônibus resignada. Quando entreguei minha passagem pro cara (não sei se motorista ou um funcinário qualquer da rodoviária) ele disse "Pode ficar mais um tempo com ele (André). O ônibus só sai daqui 15 minutos." Eu sorri envergonhadíssima e ele ainda disse "tô bonzinho hoje!". Voltei pros braços do André que foi logo perguntando "o que ele disse?".
Ficamos mais 10 ou 12 minutos, nos abraçando e rindo meio envergonhados.
Fiquei pensando no acontecido vários dias.
O André também.
Conversamos. O André disse "mas nós já tínhamos nos despedido!", eu disse "eu sabia que faltava 15 minutos!" "achei invasivo..." E etc.
Mas no fundo, nos orgulhamos.
Que nem nos filmes (de novo) que a gente torce pro casal ficar junto e viver feliz pra sempre, todo mundo vê que a gente tem que ficar junto!
Esses dias, o André me falou "e aquele cara do ônibus?" eu disse "eu achei bonitinho" e ele repondeu "eu também!"
Nos abraçamos e não falamos mais nisso.
Encontrão
A primeira vez que vi meu amor foi na rodoviária.
E sempre nossos encontros são em alguma rodoviária.
E todas nossas despedidas também.
Ele sempre me espera.
Espera eu chegar. Depois espera eu entrar no ônibus.
A gente se abraça sempre morrendo de saudade.
A gente sorri e sofre.
Algumas vezes a gente chora. Mas quando um chora outro não.
No final, sempre agradecemos a nossa sorte.
Eu venho embora pensando no nosso encontro.
É como naqueles filmes, que antes do tal encontro os personagens são uns pobres diabos à margem da sociedade.
Nosso encontro é a vitória da vida contra tudo que se transforma em solidão e morte.
E sempre nossos encontros são em alguma rodoviária.
E todas nossas despedidas também.
Ele sempre me espera.
Espera eu chegar. Depois espera eu entrar no ônibus.
A gente se abraça sempre morrendo de saudade.
A gente sorri e sofre.
Algumas vezes a gente chora. Mas quando um chora outro não.
No final, sempre agradecemos a nossa sorte.
Eu venho embora pensando no nosso encontro.
É como naqueles filmes, que antes do tal encontro os personagens são uns pobres diabos à margem da sociedade.
Nosso encontro é a vitória da vida contra tudo que se transforma em solidão e morte.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Meu benzinho diz sempre coisas tão bonitas!
Muitas delas ele escreve, e outras ele apenas diz assim, naturalmente, como quem não sabe que o que tá dizendo é lindo...
Hoje ele disse assim "A saudade é uma corda que aperta o coração, o ciúme é uma corda que aperta o pescoço" e eu disse que era lindo e mudamos de assunto...
Eu nunca quis ter boa memória.
Nunca me importei em esquecer tudo.
Agora, depois de ter o André, eu passo a semana inteira tentando lembrar de cada gesto, cada expressão, cada riso, cada palavra...
Nada disso eu conseguiria descrever.
Posso dizer as coisas que ele diz...
Mas nunca sairão tão lindas como quando sairam da boca dele!
Muitas delas ele escreve, e outras ele apenas diz assim, naturalmente, como quem não sabe que o que tá dizendo é lindo...
Hoje ele disse assim "A saudade é uma corda que aperta o coração, o ciúme é uma corda que aperta o pescoço" e eu disse que era lindo e mudamos de assunto...
Eu nunca quis ter boa memória.
Nunca me importei em esquecer tudo.
Agora, depois de ter o André, eu passo a semana inteira tentando lembrar de cada gesto, cada expressão, cada riso, cada palavra...
Nada disso eu conseguiria descrever.
Posso dizer as coisas que ele diz...
Mas nunca sairão tão lindas como quando sairam da boca dele!
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Carnaval 2008
Eu ia dizer que esse foi o melhor carnaval da minha vida.
Mas é covardia.
Eu só posso comparar os dias que eu passo com o André com dias que eu passo com o André.
E todo dia tem André na minha vida.
Mas o certo seria dizer que todo dia tem vida no meu André.
O certo é não dizer nada e viver esse presente que Deus me deu, que é a vida, ou melhor, o André!
Mas é covardia.
Eu só posso comparar os dias que eu passo com o André com dias que eu passo com o André.
E todo dia tem André na minha vida.
Mas o certo seria dizer que todo dia tem vida no meu André.
O certo é não dizer nada e viver esse presente que Deus me deu, que é a vida, ou melhor, o André!
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