O André sempre foi de roncar um pouquinho, mas ultimamente seu ronco aumentou muito. Tá mais alto, mais profundo, mas forte... sei lá!
(Amor, a culpa dos detalhes é da bicha do wilde. Mas ele não tem culpa de meu vocabulário pobre em adjetivos..)
No dia que o André roncou alto assim eu chacoalhava ele e dizia:
- Amoooooooor, vc tá roncando muito alto!
Ele meio que abria os olhinhos e parava de roncar.
Mas alguns minutos depois voltava tudo de novo.
Aí eu chacoalhava ele e dizia:
- Tá roncando assim por que tá muito cansado, amor?
Ou:
- Vira pra lá, vira, amor!
E ele parava e depois voltava a roncar.
Foi assim algumas noites.
E em algumas delas eu ficava mais brava com o ronco. Empurrava ele e dizia:
- André! André!!!! Vc tá roncando demaaaaaaaaais!
E ele parava. E quando voltava eu quase gritava:
- Andréééééééé! Eu acordei com o barulho do seu ronco!!!!!!!!!!
E eu ainda ficava reclamando durante o dia.
Ele não lembrava de nada nunca.
Aí um dia ele dormiu primeiro e eu continuei vendo tv.
E começou aquele ronco.
Eu, sem a intenção de dormir, fiquei olhando e achando engraçado.
Depois de achar engraçado comecei a sentir uma imensa ternura.
Ele dormindo como um anjinho e roncando como um porco!
Todo indefeso... Mas como é lindo!
E amei aquele ronco.
Dei beijinhos e carinho nele dormindo.
Ele meio que acordou (mas aposto que não lembra) dizendo "eu te amo" me abraçando e repetindo que me amava.
Me abraçou mais forte como ele faz a noite inteira.
Eu desliguei a tevê. E ele não roncou mais o resto da noite.
Agora, quando ele ronca, eu faço carinho e digo que o amo. Ele responde dormindo, me beija, me abraça mais forte e não volta a roncar!
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Vírus
É com prazer que eu pego a sua gripe, Ursinho!
E descubro que até a gripe, que veio de ti, eu amo.
E descubro que até a gripe, que veio de ti, eu amo.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Teoria do Guarda-Chuva
A teoria do guarda-chuva começou quando meu benzinho tava no hospital por causa de uma pedra. Na vesícula. Ela estava tão tristinha, e eu fui vê-la no sábado. E passamos momentos tão lindos e gostosos, que nem parecia que estávamos no hospital. E nem parecia que tinha uma pedra. Na vesícula do meu benzinho. Por isso é a teoria do guarda-chuva: a gente fica junto e nada atinge a gente, nem chuva!
Op! A teoria do guarda-chuva começou antes da gente saber que ela existiria, e começou quando chovia na Avenida Paulista. Mas chovia muito. E o nosso guarda-chuva é para uma só pessoa. Aí, nessa chuva, ou se molhava meu benzinho, ou eu me molhava. Eu, é claro, queria me molhar no lugar dela; e ela não queria que eu me molhasse. Mas eu abracei meu amor por trás, e fomos andando juntos sem tomar chuva enquanto todos olhavam para nós. Eu disse no ouvido dela:
- A gente é tão lindo! Se eu fosse uma daquelas pessoas, tiraria uma foto!
Ah, não! A teoria do guarda-chuva começou mesmo quando, saindo do Mcdonald's da Paulista com meu amor, vimos um moço vendendo guarda-chuva. Eu perguntei quanto era. Tinha o de 5 e o de 10. Meu benzinho comprou o de 10. E eu elogiei:
- Que bom que você escolheu de dez, meu benzinho. Porque o de cinco era muito porcaria!
Aí ela me disse que não escolheu o de 10 porque o de cinco devia ser porcaria. Ela escolheu o de 10 porque tinha ouvido o moço dizer que era vinte e 5. Mas a gente não se importou e riu. Eu ri mais do que ela, porque achei muito, muito engraçado, enquanto ela queria pular para o outro assunto.
O guarda-chuva que a gente escolheu era vermelho, e só podia ser vermelho.
(A gente tem duas cores: o vermelho e o verde. Só que o vermelho é mais que o verde porque eu e meu amor somos um pouco assim: Eu adoro obedecer e ela adora que eu obedeça. Isso não é submissão, é só um jeitinho gostoso de amar. O verde virou um pouco menos a nossa cor depois que eu falei que a gente lembrava a Portuguesa!)
Ah, não! Mas não começou aí a história.
Foi quando tomamos uma chuva besta porque estávamos sem guarda-chuva. E desde esse dia nós pensamos: PRECISAMOS DE UM GUARDA-CHUVA só nosso!
Mas também, um pouco antes, quando a gente se conheceu, eu estava com um guarda-chuva no bolso!
Mas a teoria do guarda-chuva começou mesmo foi antes de a gente se conhecer. Ou melhor: não começou, assim como existiram todas as coisas que importam: não tem começo e nem vai ter fim, porque sempre existiu.
Op! A teoria do guarda-chuva começou antes da gente saber que ela existiria, e começou quando chovia na Avenida Paulista. Mas chovia muito. E o nosso guarda-chuva é para uma só pessoa. Aí, nessa chuva, ou se molhava meu benzinho, ou eu me molhava. Eu, é claro, queria me molhar no lugar dela; e ela não queria que eu me molhasse. Mas eu abracei meu amor por trás, e fomos andando juntos sem tomar chuva enquanto todos olhavam para nós. Eu disse no ouvido dela:
- A gente é tão lindo! Se eu fosse uma daquelas pessoas, tiraria uma foto!
Ah, não! A teoria do guarda-chuva começou mesmo quando, saindo do Mcdonald's da Paulista com meu amor, vimos um moço vendendo guarda-chuva. Eu perguntei quanto era. Tinha o de 5 e o de 10. Meu benzinho comprou o de 10. E eu elogiei:
- Que bom que você escolheu de dez, meu benzinho. Porque o de cinco era muito porcaria!
Aí ela me disse que não escolheu o de 10 porque o de cinco devia ser porcaria. Ela escolheu o de 10 porque tinha ouvido o moço dizer que era vinte e 5. Mas a gente não se importou e riu. Eu ri mais do que ela, porque achei muito, muito engraçado, enquanto ela queria pular para o outro assunto.
O guarda-chuva que a gente escolheu era vermelho, e só podia ser vermelho.
(A gente tem duas cores: o vermelho e o verde. Só que o vermelho é mais que o verde porque eu e meu amor somos um pouco assim: Eu adoro obedecer e ela adora que eu obedeça. Isso não é submissão, é só um jeitinho gostoso de amar. O verde virou um pouco menos a nossa cor depois que eu falei que a gente lembrava a Portuguesa!)
Ah, não! Mas não começou aí a história.
Foi quando tomamos uma chuva besta porque estávamos sem guarda-chuva. E desde esse dia nós pensamos: PRECISAMOS DE UM GUARDA-CHUVA só nosso!
Mas também, um pouco antes, quando a gente se conheceu, eu estava com um guarda-chuva no bolso!
Mas a teoria do guarda-chuva começou mesmo foi antes de a gente se conhecer. Ou melhor: não começou, assim como existiram todas as coisas que importam: não tem começo e nem vai ter fim, porque sempre existiu.
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Corpus Christi
Ai ai!
Vou ficar a semana inteira pensando no feriado.
O melhor feriado da minha vida.. como são todos os dia que eu passo com o André.
E não é só porque ele me faz feliz.
Os dias que fico triste na companhia dele também são os melhores.
E a gente sempre fala em como tudo é tão bom. E em como a gente se sente feliz juntos!
E ele sempre fala que se eu não o fizesse feliz ele me amaria do mesmo jeito.
E é assim comigo também.
Eu te amo em tudo, André!
Acordado ou dormindo. Quando vc é irritante. Quando vc faz aquilo que eu não gosto com o nariz. Quando vc me beija e me dá carinho. Quando vc puxa meu cabelo sem querer. Quando vc faz porquinho no meu nariz. Quando fala besteira e me faz rir. Quando fala besteira e me faz chorar. Quando enche o saco por causa do palmeiras. Quando corta meu assunto por causa do palmeiras. Quando baba em mim. Quando responde minhas perguntas com mais umas 10 perguntas. Quando me acorda com seu ronco. Quando me acorda com beijos. Quando não acorda com meus beijos. Quando deixa escapar o pum na minha frente. Quando fica dizendo que fui eu que soltei. Quando esconde a carinha fingindo vergonha e quando fica com vergonha mesmo. Quando é sem-vergonha. Quando me dá flores. Quando esquece meu chinelo ou de lavar os talheres...
Eu te amo, André.
Na alegria e na tristeza. Na saúde e na doença.
E para sempre.
Amém!
Vou ficar a semana inteira pensando no feriado.
O melhor feriado da minha vida.. como são todos os dia que eu passo com o André.
E não é só porque ele me faz feliz.
Os dias que fico triste na companhia dele também são os melhores.
E a gente sempre fala em como tudo é tão bom. E em como a gente se sente feliz juntos!
E ele sempre fala que se eu não o fizesse feliz ele me amaria do mesmo jeito.
E é assim comigo também.
Eu te amo em tudo, André!
Acordado ou dormindo. Quando vc é irritante. Quando vc faz aquilo que eu não gosto com o nariz. Quando vc me beija e me dá carinho. Quando vc puxa meu cabelo sem querer. Quando vc faz porquinho no meu nariz. Quando fala besteira e me faz rir. Quando fala besteira e me faz chorar. Quando enche o saco por causa do palmeiras. Quando corta meu assunto por causa do palmeiras. Quando baba em mim. Quando responde minhas perguntas com mais umas 10 perguntas. Quando me acorda com seu ronco. Quando me acorda com beijos. Quando não acorda com meus beijos. Quando deixa escapar o pum na minha frente. Quando fica dizendo que fui eu que soltei. Quando esconde a carinha fingindo vergonha e quando fica com vergonha mesmo. Quando é sem-vergonha. Quando me dá flores. Quando esquece meu chinelo ou de lavar os talheres...
Eu te amo, André.
Na alegria e na tristeza. Na saúde e na doença.
E para sempre.
Amém!
DECLARAÇÃO DE AMOR DO DIA
Já contei aqui algumas vezes sobre a agenda que o André me deu com uma declaração de amor por dia.
Mas eu gosto de contar sobre essa agenda.
É assim, eu escolho uma declaração de amor (sem olhar) de várias que ele faz e me dá por semana.
Às vezes ele não se contém e me manda mais declarações por mensagens ou e-mail.
Mas a verdade é que tudo que ele faz é uma declaração de amor.
É amor demais e de muito.
Não cabe na gente e nem nos dias dos anos todos nem da eternidade.
É como a declaração que eu peguei hoje e por isso resolvi postar aqui:
"Se a aliança fosse do tamanho do nosso amor, o nosso dedo teria que ser também do tamanho do nosso amor, a nossa mão também, o braço, o corpo todo. Mas aí a gente não caberia na Terra"
E eu te amo mais, Ursinho.
E vou te amar mais ainda quando você ler isto.
E é assim que é, e vai ser assim pra sempre.
Mas eu gosto de contar sobre essa agenda.
É assim, eu escolho uma declaração de amor (sem olhar) de várias que ele faz e me dá por semana.
Às vezes ele não se contém e me manda mais declarações por mensagens ou e-mail.
Mas a verdade é que tudo que ele faz é uma declaração de amor.
É amor demais e de muito.
Não cabe na gente e nem nos dias dos anos todos nem da eternidade.
É como a declaração que eu peguei hoje e por isso resolvi postar aqui:
"Se a aliança fosse do tamanho do nosso amor, o nosso dedo teria que ser também do tamanho do nosso amor, a nossa mão também, o braço, o corpo todo. Mas aí a gente não caberia na Terra"
E eu te amo mais, Ursinho.
E vou te amar mais ainda quando você ler isto.
E é assim que é, e vai ser assim pra sempre.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
O dia que o André entupiu a privada
É isso mesmo que você viu no título que eu vou contar aqui!
Só não vou dizer que é em primeira mão porque é claro que eu já contei pra minha amiga e pra minha mãe e ele também já exibiu seu feito por aí.
Mas foi o seguinte:
Estávamos numa pousada em Santos, no mês de janeiro, passando uma mini férias de amor. Aí chegamos da rua no começo da noite e o quarto tava aquela bagunça, pq não deixávamos ninguém arrumar. Eu resolvi fazer uma faxina no quarto. Achamos isso bem melhor do que deixar que a arrumadeira mexesse nas nossas coisas. Enfim!
Comecei a arrumar e o André foi pro banheiro.
Eu notei que ele tava demorando, mas achei que ele fosse tomar banho ou estivesse apenas fugindo do serviço.
Quando eu já tinha terminado toda a arrumação, o André abre um pouquinho a porta do banheiro e põe a cabeça pra fora. A carinha dele tá toda pingando suor (imagina só, no calor de Santos em janeiro ele trancado no banheiro).
Ele disse:
-Ursinha..
Eu fiquei assustada porque ele tava pálido, e ele continuou:
- O cocô não quer descer!
Eu não lembro se eu já tava deitada na cama, só lembro de rolar na cama rindo.
Ele com uma carinha aflita perguntando "e agora?"
Fiquei lá na cama e mandei ele arrumar um balde pra jogar água na privada.
Ele foi pedir pra moça da recepção e ela com muita má vontade disse que não tinha e deu pra ele um daqueles desentupidores de borracha!
Mas não adiantou!
Eu dei idéia pra ele pegar o cocô dele com um saco plástico. Ele fez uma cara de nojinho e eu disse " que que tem, o cocô é seu!"
E me rolava de rir mais um pouquinho.
Aí, o André começou a ficar desanimado e pensou até em deixar o cocô lá.
Eu disse que não, claro. E desci pra falar com aquela mulher folgada da recepção.
Aí ela subiu rapidinho com um balde. Foi lá no tanque e até encheu!
E pronto, no primeiro balde de água o cocô desceu!
E ele veio deitar aliviado, mas reclamando que eu não quis ver o cocô dele.
E eu disse: Vou contar pra Carol!
E ele: Pode contar!
E eu: Vou contar pra minha mãe!
E ele: Sério? Pode contar!
E ficava vermelho, e eu ria e enchia a cara dele de beijinhos.
Mais tarde o telefone tocou e era a minha mãe. Eu tava conversando com ela e ele me cutucou e disse "conta!".
Depois nos encontramos com a Carol e ele fez eu contar tb.
Notei que ele sentia muito orgulho pelo seu feito.
E ontem lembrei que ainda não tinha contado esta história aqui. E ele falou espantado "Não??"
Eu respondi que não. E ele disse pra então eu contar!
Pronto, contei!
Ah! O balde ficou no banheiro até o final da nossa estadia.
Só pra garantir.
Só não vou dizer que é em primeira mão porque é claro que eu já contei pra minha amiga e pra minha mãe e ele também já exibiu seu feito por aí.
Mas foi o seguinte:
Estávamos numa pousada em Santos, no mês de janeiro, passando uma mini férias de amor. Aí chegamos da rua no começo da noite e o quarto tava aquela bagunça, pq não deixávamos ninguém arrumar. Eu resolvi fazer uma faxina no quarto. Achamos isso bem melhor do que deixar que a arrumadeira mexesse nas nossas coisas. Enfim!
Comecei a arrumar e o André foi pro banheiro.
Eu notei que ele tava demorando, mas achei que ele fosse tomar banho ou estivesse apenas fugindo do serviço.
Quando eu já tinha terminado toda a arrumação, o André abre um pouquinho a porta do banheiro e põe a cabeça pra fora. A carinha dele tá toda pingando suor (imagina só, no calor de Santos em janeiro ele trancado no banheiro).
Ele disse:
-Ursinha..
Eu fiquei assustada porque ele tava pálido, e ele continuou:
- O cocô não quer descer!
Eu não lembro se eu já tava deitada na cama, só lembro de rolar na cama rindo.
Ele com uma carinha aflita perguntando "e agora?"
Fiquei lá na cama e mandei ele arrumar um balde pra jogar água na privada.
Ele foi pedir pra moça da recepção e ela com muita má vontade disse que não tinha e deu pra ele um daqueles desentupidores de borracha!
Mas não adiantou!
Eu dei idéia pra ele pegar o cocô dele com um saco plástico. Ele fez uma cara de nojinho e eu disse " que que tem, o cocô é seu!"
E me rolava de rir mais um pouquinho.
Aí, o André começou a ficar desanimado e pensou até em deixar o cocô lá.
Eu disse que não, claro. E desci pra falar com aquela mulher folgada da recepção.
Aí ela subiu rapidinho com um balde. Foi lá no tanque e até encheu!
E pronto, no primeiro balde de água o cocô desceu!
E ele veio deitar aliviado, mas reclamando que eu não quis ver o cocô dele.
E eu disse: Vou contar pra Carol!
E ele: Pode contar!
E eu: Vou contar pra minha mãe!
E ele: Sério? Pode contar!
E ficava vermelho, e eu ria e enchia a cara dele de beijinhos.
Mais tarde o telefone tocou e era a minha mãe. Eu tava conversando com ela e ele me cutucou e disse "conta!".
Depois nos encontramos com a Carol e ele fez eu contar tb.
Notei que ele sentia muito orgulho pelo seu feito.
E ontem lembrei que ainda não tinha contado esta história aqui. E ele falou espantado "Não??"
Eu respondi que não. E ele disse pra então eu contar!
Pronto, contei!
Ah! O balde ficou no banheiro até o final da nossa estadia.
Só pra garantir.
Com Ele
Quinta-feira passada era véspera do dia de ver o André.
Eu tava mais ansiosa do que nunca e não conseguia dormir.
Abri e li o livro várias vezes, liguei e desliguei a tv idem, rolei na cama, senti dores e me dei conta de uma coisa que faço todo dia: eu converso com o André!
É aquele falar sem voz, uma conversa mental. Como falar com Deus.
Eu dizia, por exemplo, "tá doendo aqui, Ursinho!" ou "Ai, mas que saudade, amor!".
E notei que eu converso com ele o tempo todo.
Quando vejo as coisas sempre comento com ele, quando leio os livros que ele me dá e acho alguma coisa engraçada eu rio como se fosse pra ele, quando choro eu conto tudo pra ele, quando to esperando o ônibus falo da demora pra ele, e quando vou dormir sempre arrumo a cama pra nós dois. Aliso o espaço da cama que guardo pra ele, digo que ele tá dormindo que nem um anjinho, me aconchego e ponho a mão onde ele estaria.
E no outro dia quando acordo começa a conversa tudo de novo. Digo que quero fazer xixi e que tô com fome e penso "será que ele acordou com frio? será que já chegou na aula? deve estar morrendo de sono..."
As conversas todas só param quando a gente se encontra.
Porque aí não preciso contar mais nada pra ele. A gente tá vivendo tudo juntinho.
E ele diz assim pra mim "Eu tô sempre com você, não paro de pensar em você nem um minutinho"
Eu sei, meu Benzinho!
Porque eu te sinto todo minutinho!
Eu tava mais ansiosa do que nunca e não conseguia dormir.
Abri e li o livro várias vezes, liguei e desliguei a tv idem, rolei na cama, senti dores e me dei conta de uma coisa que faço todo dia: eu converso com o André!
É aquele falar sem voz, uma conversa mental. Como falar com Deus.
Eu dizia, por exemplo, "tá doendo aqui, Ursinho!" ou "Ai, mas que saudade, amor!".
E notei que eu converso com ele o tempo todo.
Quando vejo as coisas sempre comento com ele, quando leio os livros que ele me dá e acho alguma coisa engraçada eu rio como se fosse pra ele, quando choro eu conto tudo pra ele, quando to esperando o ônibus falo da demora pra ele, e quando vou dormir sempre arrumo a cama pra nós dois. Aliso o espaço da cama que guardo pra ele, digo que ele tá dormindo que nem um anjinho, me aconchego e ponho a mão onde ele estaria.
E no outro dia quando acordo começa a conversa tudo de novo. Digo que quero fazer xixi e que tô com fome e penso "será que ele acordou com frio? será que já chegou na aula? deve estar morrendo de sono..."
As conversas todas só param quando a gente se encontra.
Porque aí não preciso contar mais nada pra ele. A gente tá vivendo tudo juntinho.
E ele diz assim pra mim "Eu tô sempre com você, não paro de pensar em você nem um minutinho"
Eu sei, meu Benzinho!
Porque eu te sinto todo minutinho!
terça-feira, 13 de maio de 2008
Super bonder
Porque eu vou ver meu amor, todo sábado de noite eu passo super bonder em mim antes de sair de casa. Tomo cuidado para não encostar em ninguém no caminho, e quando meu benzinho chega, dou-lhe logo um graaaaaaaaaande abraço.
A gente se gruda e fica assim até o final de domingo.
E na hora de ir embora?
É assim. Meu amor entra no ônibus, e quando ele arranca, a gente desgruda a força. É sangue pra todo lado, é pele pra todo lado, é pêlo pra todo lado. Se isso dói? Dói. A gente fica sngrando tanto, fica sem pele. Dói, sim. Mas a única dor que a gente sente é a de estar longe. A de olhar pra frente e não se ver, de respirar e não sentir.
Se a gente não fosse se ver nunca mais, a gente morreria pelo sangue derramado. Mas a gente se cuida, porque no sábado que vem acontece tudo a mesma coisa.
Aí, com a pele dolorida, toda machucada do desgrude, eu passo super bonder todo feliz. Porque a gente vai se grudar, e eu nem me lembro que no dia seguinte vai doer mais do que na outra vez.
Postado por André Ursípedes
A gente se gruda e fica assim até o final de domingo.
E na hora de ir embora?
É assim. Meu amor entra no ônibus, e quando ele arranca, a gente desgruda a força. É sangue pra todo lado, é pele pra todo lado, é pêlo pra todo lado. Se isso dói? Dói. A gente fica sngrando tanto, fica sem pele. Dói, sim. Mas a única dor que a gente sente é a de estar longe. A de olhar pra frente e não se ver, de respirar e não sentir.
Se a gente não fosse se ver nunca mais, a gente morreria pelo sangue derramado. Mas a gente se cuida, porque no sábado que vem acontece tudo a mesma coisa.
Aí, com a pele dolorida, toda machucada do desgrude, eu passo super bonder todo feliz. Porque a gente vai se grudar, e eu nem me lembro que no dia seguinte vai doer mais do que na outra vez.
Postado por André Ursípedes
Axilas
Na primeira vez que me disseram a palavra axila, eu pensei: - "O que é isso?" E falei: - "Quê?"
A pessoa que falou a palavra não importa quem é, e eu não lembro mesmo. Mas ela respondeu que axila é suvaco.
Nisso eu percebi que o suvaco não precisava ser tão ruim. E que parte da fama de nojento dele se devia à palavra que o nomeava. Axila, sim.
E pensei: "- Vou casar com uma pessoa que disser axila! Não suvaco!"
Dá para dizer o que eu senti quando meu benzinho disse axila para mim pela primeira vez?
Postado por André Ursípedes
A pessoa que falou a palavra não importa quem é, e eu não lembro mesmo. Mas ela respondeu que axila é suvaco.
Nisso eu percebi que o suvaco não precisava ser tão ruim. E que parte da fama de nojento dele se devia à palavra que o nomeava. Axila, sim.
E pensei: "- Vou casar com uma pessoa que disser axila! Não suvaco!"
Dá para dizer o que eu senti quando meu benzinho disse axila para mim pela primeira vez?
Postado por André Ursípedes
Beiçola

No salão do meu amor, enquanto eu esperava para cortar o cabelo, eu tentava olhar para ela, as ela ficava brava quando percebia que eu estava olhando. Eu olhava mais, para fazer coração com a mão, mas dessa vez ela fica brava sorrindo. Parei. Mas só de pensar que ela estava ao lado!...
A TV estava na Record, e eu ficava perstando meia atenção. Então o Tom Cavalcanti chamou a outra mulher de perdida; ao que alguém respondeu que a smulheres perdidas são as mais procuradas.
Sempre que e escuto alguma coisa engraçada, me esforço para não me esquecer e depois contar ao meu amor.
Cortei o cabelo e pegamos o ônibus.
Ficamos de pé, em frente a alguém que parecia muito, muito o Beiçola. Não prestamos muito atenção nele porque estávamos de pé rindo um do outro.
Pois que eu lembrei da história das mulheres perdidas mais procuradas e contei pro meu amor. Ela achou engraçadinho, normal. Mas o Beiçola!...
O Beiçola achou a maior das graças, ficuo rindo alto da história e contou uma história sobre prostitutas em Londrina e em Santos.
Não faz sentido, mas que foi assim, foi.
Postado por André Ursípedes
A TV estava na Record, e eu ficava perstando meia atenção. Então o Tom Cavalcanti chamou a outra mulher de perdida; ao que alguém respondeu que a smulheres perdidas são as mais procuradas.
Sempre que e escuto alguma coisa engraçada, me esforço para não me esquecer e depois contar ao meu amor.
Cortei o cabelo e pegamos o ônibus.
Ficamos de pé, em frente a alguém que parecia muito, muito o Beiçola. Não prestamos muito atenção nele porque estávamos de pé rindo um do outro.
Pois que eu lembrei da história das mulheres perdidas mais procuradas e contei pro meu amor. Ela achou engraçadinho, normal. Mas o Beiçola!...
O Beiçola achou a maior das graças, ficuo rindo alto da história e contou uma história sobre prostitutas em Londrina e em Santos.
Não faz sentido, mas que foi assim, foi.
Postado por André Ursípedes
segunda-feira, 12 de maio de 2008
O Pedido
"Eu perguntei, amor, com a certeza, sabe?!
Mais que meu pai é meu pai,
mais que minha mãe é minha mãe,
que meu irmão é meu irmão,
e meu cafu é meu cachorrinho,
que são coisas que não mudam,
mais do que isso vc é a minha mulher, a minha namorada, o meu benzinho, a minha ursinha, tuda pra mim!
É tão certo e tão definitivo, amor,
pq, amor, vc sempre foi, e sempre vai ser
não tem fim e nem teve começo
porque é eterno pra valer"
(Foi assim que o André falou do pedido de casamento que ele me fez na última sexta-feira, dia 10/05/08.
Eu tentei contar aqui como foi feito o pedido e o momento que ele me deu a aliança. Mas não consegui e não consigo explicar aquele momento. A carinha dele, a voz e o que eu senti, o que a gente sentiu é inexplicável.
Mas como ele disse, a gente vai lembrar para sempre.)
Agora eu sou noiva. Mas já sou mulher, e sempre serei a namorada do André.
Beijinho na aliança.
Mais que meu pai é meu pai,
mais que minha mãe é minha mãe,
que meu irmão é meu irmão,
e meu cafu é meu cachorrinho,
que são coisas que não mudam,
mais do que isso vc é a minha mulher, a minha namorada, o meu benzinho, a minha ursinha, tuda pra mim!
É tão certo e tão definitivo, amor,
pq, amor, vc sempre foi, e sempre vai ser
não tem fim e nem teve começo
porque é eterno pra valer"
(Foi assim que o André falou do pedido de casamento que ele me fez na última sexta-feira, dia 10/05/08.
Eu tentei contar aqui como foi feito o pedido e o momento que ele me deu a aliança. Mas não consegui e não consigo explicar aquele momento. A carinha dele, a voz e o que eu senti, o que a gente sentiu é inexplicável.
Mas como ele disse, a gente vai lembrar para sempre.)
Agora eu sou noiva. Mas já sou mulher, e sempre serei a namorada do André.
Beijinho na aliança.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Insegurança
O André não faz nada para eu me sentir insegura.Nele, eu tenho a confiança de uma criança que se atira do alto nos braços do pai sem um pingo de medo e sem dar conta dos riscos.Confio nele mais do que em mim.E não é só pq ele é o melhor namorado do mundo. É pq ele é a melhor pessoa que conheci e que já tive notícias.
Mas eu sou apenas uma mulher, e claro que batem aquelas inseguranças que parece que roem meu fígado.
Aquelas que faz a gente ver o tal pêlo em ovo e sofrer fantasiando coisas horríveis.
Eu sempre acabo abrindo o jogo pra ele. Antes era difícil mostrar minha insegurança. Ainda é. Mas com ele não. Com o André tudo é diferente.
Esses dia ele vai começar um outro trabalho. Antes de dizer sim ele falou comigo e decidimos que sim e eu fiquei super feliz com a nova oportunidade.Mas de repente eu comecei a sentir aquele medinho que eu não sei de onde vem e nem por onde entra.
E antes de ser consumida pelo tal medinho, eu disse pro André:
- Eu tenho medo que vc conheça alguém e se apaixone. Alguém que vc ache foda e fique deslumbrado.
E ele respondeu:
- Eu já senti isso, Ursinha. Quando conheci você. Eu sou seu.
E mandou embora todo medinho.
E eu sei que o medinho volta, mas ele manda embora de novo.
Mas eu sou apenas uma mulher, e claro que batem aquelas inseguranças que parece que roem meu fígado.
Aquelas que faz a gente ver o tal pêlo em ovo e sofrer fantasiando coisas horríveis.
Eu sempre acabo abrindo o jogo pra ele. Antes era difícil mostrar minha insegurança. Ainda é. Mas com ele não. Com o André tudo é diferente.
Esses dia ele vai começar um outro trabalho. Antes de dizer sim ele falou comigo e decidimos que sim e eu fiquei super feliz com a nova oportunidade.Mas de repente eu comecei a sentir aquele medinho que eu não sei de onde vem e nem por onde entra.
E antes de ser consumida pelo tal medinho, eu disse pro André:
- Eu tenho medo que vc conheça alguém e se apaixone. Alguém que vc ache foda e fique deslumbrado.
E ele respondeu:
- Eu já senti isso, Ursinha. Quando conheci você. Eu sou seu.
E mandou embora todo medinho.
E eu sei que o medinho volta, mas ele manda embora de novo.
terça-feira, 6 de maio de 2008
Brad Pitt
O bom em não fazer nada é ficar lembrando das minhas histórias com o André. Ou só lembrando do jeito dele.
Agora, no caso, lembrei de mais uma história.
Em Santos, de novo.
Acho que nas nossas férias em janeiro.
A gente foi num quiosque ali da praia comer e veio um cara com um violão. Um desses que cantam uma música pra casal por um trocado.
O cara veio com tudo dizendo "e esse casal lindo, Brad Pitt e Jennifer Lopez". O André foi logo dizendo que não, obrigado.
O cara foi embora e ele virou pra mim, inconformado: Amor, vc não tem NADA a ver com a Jennifer Lopez!!!!!!!
Eu falei: Tá bom, Brad Pitt!
Agora, no caso, lembrei de mais uma história.
Em Santos, de novo.
Acho que nas nossas férias em janeiro.
A gente foi num quiosque ali da praia comer e veio um cara com um violão. Um desses que cantam uma música pra casal por um trocado.
O cara veio com tudo dizendo "e esse casal lindo, Brad Pitt e Jennifer Lopez". O André foi logo dizendo que não, obrigado.
O cara foi embora e ele virou pra mim, inconformado: Amor, vc não tem NADA a ver com a Jennifer Lopez!!!!!!!
Eu falei: Tá bom, Brad Pitt!
Telefome
O título desta postagem era pra ser 'Telefone'. Eu ia contar uma coisinha que o André faz quando estamos ao telefone, claro.
Mas aí, quando fui digitar o título lembrei daquela música horrível do jota quest e lembrei de uma coisa que eu ainda não contei aqui!
É o seguinte, estávamos, acho que no feriado da páscoa, eu e o André andando na avenida da praia em Santos. Aí, uns caras de bicicleta passaram apontando pra ele (André) e cantando uma música do jota quest. Nós nos olhamos sem entender nada e um dos carinhas gritou apontando pra ele: Rogério Flausino!
Eu caí na gargalhada. E ele deu uma risadinha sem graça dizendo "nada a ver".
E fim.
Mas aí, quando fui digitar o título lembrei daquela música horrível do jota quest e lembrei de uma coisa que eu ainda não contei aqui!
É o seguinte, estávamos, acho que no feriado da páscoa, eu e o André andando na avenida da praia em Santos. Aí, uns caras de bicicleta passaram apontando pra ele (André) e cantando uma música do jota quest. Nós nos olhamos sem entender nada e um dos carinhas gritou apontando pra ele: Rogério Flausino!
Eu caí na gargalhada. E ele deu uma risadinha sem graça dizendo "nada a ver".
E fim.
Comemorando
Meu Ursinho quando tá vendo jogo do Palmeiras fica por demais alterado.
Eu fico do lado fingindo que nada tá acontecendo pra não incentivar as histerias dele.
Eu até finjo que tô dormindo. Mas ele fica sempre com um braço apoiado em mim e o braço treme. E todo lance do jogo ele pula e xinga.
Mas nada se compara com a hora do gol. Ele bate na cama que nem um troglodita e grita palavrões, tipo "Toma filho da puta" ou "xupa bambizada". Eu olho e disfarço o susto. Sinto uma excitação misturada com medo. Ele vira e me dá um beijo na boca. Um beijo que tb dá medo. É rápido e forte. Usa os dentes. Morde a lingua. E acaba de repente.
Depois ele levanta da cama e fica ameaçando pular em mim!
Ele fica em pé dizendo "vou pular, vou pular, vou pular" e eu implorando "não, não, nããããããão" e aí ele já pulou e eu já gritei muitos ais.
E quando termina o jogo ele tá com aquela cara de bobo, rindo e dizendo "agora vamos comemorar!"
Eu fico do lado fingindo que nada tá acontecendo pra não incentivar as histerias dele.
Eu até finjo que tô dormindo. Mas ele fica sempre com um braço apoiado em mim e o braço treme. E todo lance do jogo ele pula e xinga.
Mas nada se compara com a hora do gol. Ele bate na cama que nem um troglodita e grita palavrões, tipo "Toma filho da puta" ou "xupa bambizada". Eu olho e disfarço o susto. Sinto uma excitação misturada com medo. Ele vira e me dá um beijo na boca. Um beijo que tb dá medo. É rápido e forte. Usa os dentes. Morde a lingua. E acaba de repente.
Depois ele levanta da cama e fica ameaçando pular em mim!
Ele fica em pé dizendo "vou pular, vou pular, vou pular" e eu implorando "não, não, nããããããão" e aí ele já pulou e eu já gritei muitos ais.
E quando termina o jogo ele tá com aquela cara de bobo, rindo e dizendo "agora vamos comemorar!"
segunda-feira, 5 de maio de 2008
13 x 1
É bom quando nosso time goleia numa final de campeonato, sabe?
Tem gente que não sabe...
Mas é muito melhor quando nossos times goleiam nas finais dos campeonatos!
Ontem o Palmeiras do André meteu 5 X 0 na Ponte preta e foi campeão paulista. O Alex Mineiro fez TRÊS, e foi artilheiro do campeonato! Fora o golaço do Valdívia!
O Palmeiras ganhou de 1 a 0 o primeiro jogo contra a Ponte. Eu não tinha dúvida da vitória do Palmeiras ontem. Mas meu benzinho tava nervoso e apelava "eu nem sei mais o que é ser campeão!" eu bocejava e falava "mas vai lembrar hoje, Ursão!".
Já com meu time, eu não fazia comentários. O Inter perdeu o primeiro jogo de 1 a 0. E o adversário, o Juventude, confesso que me deixa sempre cagando de medo. Não queria nem pensar nesse jogo. No campeonato todo, o único time que o Inter perdeu foi esse Juventude. Perdeu 3 vezes.
Mas não perdeu no único jogo que não podia perder. E descontou tudo na final. Foi 8 x 1! E até o gol deles foi feito pelo Inter!
TRÊS gols do Fernandão! FernanDeus! Até o Clêmer marcou!
Meu Campeão tava orgulhoso demais!
Meu palmeirense!
Fiquei lembrando quando a gente se conheceu.
Fiquei muito feliz por ele ser Palmeirense.
Vi que ele era perfeito por isso tb. Eu não poderia jamais me apaixonar por um corinthiano ou um santista. Éca!
Sem falar nos sãopaulinos, que nojo!
Ele tinha que ser palmeirense!
E fiquei lembrando como ele gritou quando foi gol do Palmeiras contra o são paulo.
Ai!
Eu não sou mulher de ter dois times!
Meu time é o Inter e só!
Mas eu sou mulher de um palmeirense. E quando ele ganha eu fico muito feliz.
Quando eu ganho passa logo a felicidade. Eu logo penso no próximo campeonato e nos sofrimentos porvir.
Mas quando a gente ganha, assim juntinho, de goleada... ah! é mágico!
Para nós 13
Para o resto do mundo 1
Tem gente que não sabe...
Mas é muito melhor quando nossos times goleiam nas finais dos campeonatos!
Ontem o Palmeiras do André meteu 5 X 0 na Ponte preta e foi campeão paulista. O Alex Mineiro fez TRÊS, e foi artilheiro do campeonato! Fora o golaço do Valdívia!
O Palmeiras ganhou de 1 a 0 o primeiro jogo contra a Ponte. Eu não tinha dúvida da vitória do Palmeiras ontem. Mas meu benzinho tava nervoso e apelava "eu nem sei mais o que é ser campeão!" eu bocejava e falava "mas vai lembrar hoje, Ursão!".
Já com meu time, eu não fazia comentários. O Inter perdeu o primeiro jogo de 1 a 0. E o adversário, o Juventude, confesso que me deixa sempre cagando de medo. Não queria nem pensar nesse jogo. No campeonato todo, o único time que o Inter perdeu foi esse Juventude. Perdeu 3 vezes.
Mas não perdeu no único jogo que não podia perder. E descontou tudo na final. Foi 8 x 1! E até o gol deles foi feito pelo Inter!
TRÊS gols do Fernandão! FernanDeus! Até o Clêmer marcou!
Meu Campeão tava orgulhoso demais!
Meu palmeirense!
Fiquei lembrando quando a gente se conheceu.
Fiquei muito feliz por ele ser Palmeirense.
Vi que ele era perfeito por isso tb. Eu não poderia jamais me apaixonar por um corinthiano ou um santista. Éca!
Sem falar nos sãopaulinos, que nojo!
Ele tinha que ser palmeirense!
E fiquei lembrando como ele gritou quando foi gol do Palmeiras contra o são paulo.
Ai!
Eu não sou mulher de ter dois times!
Meu time é o Inter e só!
Mas eu sou mulher de um palmeirense. E quando ele ganha eu fico muito feliz.
Quando eu ganho passa logo a felicidade. Eu logo penso no próximo campeonato e nos sofrimentos porvir.
Mas quando a gente ganha, assim juntinho, de goleada... ah! é mágico!
Para nós 13
Para o resto do mundo 1
Faxina
Eu e o André às vezes nos desentendemos.
Nosso amor é de muito, e isso é inevitável quando a gente ama muito. Ou mais do que muito. Ou mais do que ama.
Enfim!
Sou sempre eu que brigo.
Eu não brigo. Eu fico brava e magoada e ele nunca sabe o porque.
A gente sofre muito até resolver o desentedimento. A gente sabe que vai ser resolvido. A gente sabe que não vai deixar de se amar por nada. Mas na hora a gente se desespera.
E depois da gente passar uns dias chorando, eu tentando fazer ele entender sentindo na pele, eu ameaçando e depois da gente conversar muuuuuuuito, a gente se entende. Se entende e fica sempre melhor do que antes.
Ele diz que são lindas as minhas razões para brigar com ele. Eu me desculpo por ser tão "exagerada" e fazê-lo sofrer tanto nessas horas.
Ele sempre diz que gosta de mim assim.
E eu gosto dele assim também.
E a gente se desentende porque é muito apaixonado.
A gente chama de briga mas não são brigas.
A gente fica muito aliviado quando passa.
Ele sempre diz que se odeia por me fazer sofrer. E me aperta o coração quando ele se odeia assim.
Eu nunca sinto raiva dele.
E ele sempre resolve tudo.
E a gente sempre se ama mais.
E ele disse : Nossas brigas são como faxinas desnecessárias.
E eu disse: Eu não acho que são desnecessárias!
E ele explicou: São sim. Não precisamos de toda essa briga. Mas depois que elas acontecem, tudo fica melhor.
Vc tem razão, meu Ursinho!
E é lindo o seu jeito de ver as coisas.
E eu não sei como consigo ficar brava com vc!
Nosso amor é de muito, e isso é inevitável quando a gente ama muito. Ou mais do que muito. Ou mais do que ama.
Enfim!
Sou sempre eu que brigo.
Eu não brigo. Eu fico brava e magoada e ele nunca sabe o porque.
A gente sofre muito até resolver o desentedimento. A gente sabe que vai ser resolvido. A gente sabe que não vai deixar de se amar por nada. Mas na hora a gente se desespera.
E depois da gente passar uns dias chorando, eu tentando fazer ele entender sentindo na pele, eu ameaçando e depois da gente conversar muuuuuuuito, a gente se entende. Se entende e fica sempre melhor do que antes.
Ele diz que são lindas as minhas razões para brigar com ele. Eu me desculpo por ser tão "exagerada" e fazê-lo sofrer tanto nessas horas.
Ele sempre diz que gosta de mim assim.
E eu gosto dele assim também.
E a gente se desentende porque é muito apaixonado.
A gente chama de briga mas não são brigas.
A gente fica muito aliviado quando passa.
Ele sempre diz que se odeia por me fazer sofrer. E me aperta o coração quando ele se odeia assim.
Eu nunca sinto raiva dele.
E ele sempre resolve tudo.
E a gente sempre se ama mais.
E ele disse : Nossas brigas são como faxinas desnecessárias.
E eu disse: Eu não acho que são desnecessárias!
E ele explicou: São sim. Não precisamos de toda essa briga. Mas depois que elas acontecem, tudo fica melhor.
Vc tem razão, meu Ursinho!
E é lindo o seu jeito de ver as coisas.
E eu não sei como consigo ficar brava com vc!
sábado, 3 de maio de 2008
No hospital
Esses dias eu estive internada por conta de uma infecção na visícula e tal.
E o André claro que esteve comigo.
Num dos dias de visita, ele chegou com a rosa na mão e aqueles olhinhos verdes vidrados em mim, como sempre.
Aí eu tava deitada na cama e ele sentado numa cadeira ao meu lado. Me abraçou, apoiou a cabecinha em mim e perguntou se eu queria dormir. Eu disse que não e ele disse "mas eu quero" logo em seguida ele disse "tô brincando". Rimos e eu pensei "seeeeeeeeei..."
E o André claro que esteve comigo.
Num dos dias de visita, ele chegou com a rosa na mão e aqueles olhinhos verdes vidrados em mim, como sempre.
Aí eu tava deitada na cama e ele sentado numa cadeira ao meu lado. Me abraçou, apoiou a cabecinha em mim e perguntou se eu queria dormir. Eu disse que não e ele disse "mas eu quero" logo em seguida ele disse "tô brincando". Rimos e eu pensei "seeeeeeeeei..."
quinta-feira, 1 de maio de 2008
A falta que ele me faz
Eu sinto tanta falta do André!
E mesmo se estivéssemos todo tempo juntos não seria o bastante pra compensar. Pq eu sinto saudade desde que estava na barriga da minha mãe!
E desde muito antes disso!
E quando ele nasceu eu já tinha 8 anos de saudades vividas só nessa vida!
E ele me diz assim:
- Eu sou feitinho pra você, sabia? E vc é feitinha pra mim.
Eu sabia. Porque só passei a existir depois que o conheci.
Ele me mostrou tudo.
Me ensinou tudo.
Me ensinou sobre o amor e me fez ir além do amor.
Me ensinou a acreditar.
Me ensinou, com muita persistência, que tudo valia à pena.
Brigou, lutou, esperou por mim.
Me mostrou o que é desejo, o que é entrega e o que é fé.
Me fez mulher.
Mudou meus valores. Me fez otimista e me fez amar a vida.
E ele faz isso todo dia.
Ele faz muito mais.
E ele é mais lindo ainda do que quando o conheci. Muito mais lindo do que quando nasceu para mim.
E ele é meu.
Graças a Deus.
E está sempre comigo.
Mesmo eu aqui e ele lá.
E mesmo se estivéssemos todo tempo juntos não seria o bastante pra compensar. Pq eu sinto saudade desde que estava na barriga da minha mãe!
E desde muito antes disso!
E quando ele nasceu eu já tinha 8 anos de saudades vividas só nessa vida!
E ele me diz assim:
- Eu sou feitinho pra você, sabia? E vc é feitinha pra mim.
Eu sabia. Porque só passei a existir depois que o conheci.
Ele me mostrou tudo.
Me ensinou tudo.
Me ensinou sobre o amor e me fez ir além do amor.
Me ensinou a acreditar.
Me ensinou, com muita persistência, que tudo valia à pena.
Brigou, lutou, esperou por mim.
Me mostrou o que é desejo, o que é entrega e o que é fé.
Me fez mulher.
Mudou meus valores. Me fez otimista e me fez amar a vida.
E ele faz isso todo dia.
Ele faz muito mais.
E ele é mais lindo ainda do que quando o conheci. Muito mais lindo do que quando nasceu para mim.
E ele é meu.
Graças a Deus.
E está sempre comigo.
Mesmo eu aqui e ele lá.
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