Eu perguntei ao meu benzinho: - De quem é esse furinho no seu queixo?
Era claramente para ele responder que é meu, oras. Já que tenho posse total do corpo dele - posso mostrar a procuração - é mais do que óbvio que o furinho é meu!
Ele é tão meu, que se o rim dele dói - dói em mim, não nele. E se a minha orelha dói - dói nele, não em mim. Só não acertamos ainda como ficam as dores genitais.
E ele respondeu: - É meu!
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
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