É isso mesmo que você viu no título que eu vou contar aqui!
Só não vou dizer que é em primeira mão porque é claro que eu já contei pra minha amiga e pra minha mãe e ele também já exibiu seu feito por aí.
Mas foi o seguinte:
Estávamos numa pousada em Santos, no mês de janeiro, passando uma mini férias de amor. Aí chegamos da rua no começo da noite e o quarto tava aquela bagunça, pq não deixávamos ninguém arrumar. Eu resolvi fazer uma faxina no quarto. Achamos isso bem melhor do que deixar que a arrumadeira mexesse nas nossas coisas. Enfim!
Comecei a arrumar e o André foi pro banheiro.
Eu notei que ele tava demorando, mas achei que ele fosse tomar banho ou estivesse apenas fugindo do serviço.
Quando eu já tinha terminado toda a arrumação, o André abre um pouquinho a porta do banheiro e põe a cabeça pra fora. A carinha dele tá toda pingando suor (imagina só, no calor de Santos em janeiro ele trancado no banheiro).
Ele disse:
-Ursinha..
Eu fiquei assustada porque ele tava pálido, e ele continuou:
- O cocô não quer descer!
Eu não lembro se eu já tava deitada na cama, só lembro de rolar na cama rindo.
Ele com uma carinha aflita perguntando "e agora?"
Fiquei lá na cama e mandei ele arrumar um balde pra jogar água na privada.
Ele foi pedir pra moça da recepção e ela com muita má vontade disse que não tinha e deu pra ele um daqueles desentupidores de borracha!
Mas não adiantou!
Eu dei idéia pra ele pegar o cocô dele com um saco plástico. Ele fez uma cara de nojinho e eu disse " que que tem, o cocô é seu!"
E me rolava de rir mais um pouquinho.
Aí, o André começou a ficar desanimado e pensou até em deixar o cocô lá.
Eu disse que não, claro. E desci pra falar com aquela mulher folgada da recepção.
Aí ela subiu rapidinho com um balde. Foi lá no tanque e até encheu!
E pronto, no primeiro balde de água o cocô desceu!
E ele veio deitar aliviado, mas reclamando que eu não quis ver o cocô dele.
E eu disse: Vou contar pra Carol!
E ele: Pode contar!
E eu: Vou contar pra minha mãe!
E ele: Sério? Pode contar!
E ficava vermelho, e eu ria e enchia a cara dele de beijinhos.
Mais tarde o telefone tocou e era a minha mãe. Eu tava conversando com ela e ele me cutucou e disse "conta!".
Depois nos encontramos com a Carol e ele fez eu contar tb.
Notei que ele sentia muito orgulho pelo seu feito.
E ontem lembrei que ainda não tinha contado esta história aqui. E ele falou espantado "Não??"
Eu respondi que não. E ele disse pra então eu contar!
Pronto, contei!
Ah! O balde ficou no banheiro até o final da nossa estadia.
Só pra garantir.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
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